Capital Social – iChimps no Digital Age 2.0


Por marcos

O Digital Age 2.0 é um dos principais eventos da comunicação em tempos de web 2.0.
Para nós da iChimps foi muito interessante participar e expor nosso ponto de vista sobre o tema Capital Social.
Somos uma agência com menos de um ano de vida e estar entre feras da IBM e do fundador do Youtube foi um importante reconhecimento, e agradecemos a confiança que a Silvia Bassi do Now!Digital Business nos conferiu.

O debate foi gostoso, bastante colaborativo entre os participantes e o público. Dividimos o palco com a mediadora Rosana Herman e quatro ”M”s: Marcelo Tripoli da iThink, Max Petrucci da Garage, Marcelo Montefiori da GlobaMind e eu, Marcos Souza Aranha da iChimps. 
Tudo transcorreu bem diferente daqueles debates que vemos entre os profissionais da publicidade tradicional onde um quer mostrar que é mais que o outro, e até desferem ataques pessoais, muitas vezes históricos. No nosso caso, tudo foi bem legal, complementamos as ideias e pensamentos um do outro, com abertura e vontade de aprender na troca de pontos de vistas.

Para nós, falar em tão pouco tempo de um tema extenso, novo e tão cativante como capital social é sempre algo desafiador.
Estamos sempre aprendendo com a dinâmica dos relacionamentos das pessoas que constroem as reputações das marcas e as que interagem com elas, e portanto formular teorias e cristalizar pensamentos é um risco de parar no tempo e morrer no caminho.

Hoje, aqui na iChimps, nós resumimos o tema Capital Social como: a capacidade de um indivíduo ou marca engajar ao seu universo outros indivíduos através da sua reputação pública, e isto deixa bem claro como nosso trabalho de diálogo e engajamento é complementar aos das agências de comunicação corporativa e de publicidade.

Costumamos explicar aos nossos clientes que não existe pedir um vídeo viral para uma agência, mas sim um vídeo que engaje as pessoas na causa da marca para que cada uma elas decida passá-lo adiante no universo que construíram com as suas reputações individuais.
Portanto, em tempos de gripe suína, podemos também fazer um paralelo com o tema viralidade e aumento do capital social das marcas e dizer que : as pessoas não se engajam para trocar virus. As pessoas trocam virus por terem se engajado numa causa ou propósito.

O público fez boas perguntas no debate e vale conferir o que foi publicado nos links do IDG Now!http://tinyurl.com/msjck6 ) e nas notas do Marcelo Coutinho para o BlueBus (http://tinyurl.com/n3773x).

É isso aí! Quando o assunto é gente, o importante é Viver e aprender, sempre!

Uma vez mais, agradecemos ao IDG Now!


Publicado por marcos em 27/08/09 as 07:08:53 am
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O dilema do RSS


Por Daniel Sollero

Deixar o feed completo ou não? Esse é o dilema do RSS e acontece com os principais blogueiros quando começam a ter muitas visitas e notam que ganham um troco com anúncios sejam eles links patrocinados, banners ou o que seja.

A fórmula(?) é mais ou menos essa:

  • RSS incompleto = mais visitas, mais eyeballs para anuncios e geeks irritados
  • RSS completo = menos visitas, menos eyeballs e geeks fieis

No RSS completo você ganha um street cred, uma credibilidade dos seus pares blogueiros e faz pensar que você é um cara que tem senso de comunidade e tal. Já no RSS incompleto, você pode começar a ser criticado pelos seus pares que gostariam de receber suas atualizações no conforto do seu RSS Reader e não ter que entrar no seu site e lidar com todos aqueles widgets que apenas você acha interessante.

O blogueiro que coloca o RSS incompleto geralmente, pensa nele como uma manchete para atrair para a leitura. Uma capa da revista, uma orelha de livro e por aí vai. Claro, mais gente frequentando o seu blog é mais fácil vender mídia para as agências de Mídias Sociais que tentam misturar critérios old school com os novos ao vender a importância dos blogs para seus clientes.

Mas o que isso tem a ver com engajamento? Muita coisa. Até agora muita gente só considera que o RSS incompleto é para gerar mais visitas no blog e mais grana por anúncios.  Mas, numa conversa com o Anderson, notamos que a quantidade de comentários cai também. Blogs não são conversas? O discurso não é esse? Então porque limitamos as possibilidades das pessoas comentarem? É um questionamento válido. Como podemos potencializar os comentários? Leia Mais… »


Publicado por Daniel Sollero em 17/08/09 as 12:08:15 pm
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Seinfeld sobre comportamentos com celulares


Por marcos

 

Insightful e divertido!

 


Publicado por marcos em 13/08/09 as 04:08:20 pm
Categorias: Comunicação, Relacionamento | No Comments

Do you speak social?


Por Daniel Sollero

Uma boa apresentação sobre redes sociais e o seu uso. Um dos pontos mais interessantes para mim é algo que eu também falo nas minhas apresentações de outra forma que é que estamos agora em um momento de mudança, ainda estamos aprendendo a lidar com esse novo meio e tal e que se pensarmos em uma timeline, estamos exatamente sob um daqueles traços que marcam as grandes revoluções.
A invenção do telefone e tal foi um marco mas você não tinha com quem falar. Ninguém tinha o aparelho ou entendia aquele novo protocolo de comunicação. Na apresentação acima, Anthony Mayfield ressalta isso com outras palavras:

It wasn’t the invention of the printing press per se that caused a revolution; it was when everybody learned to read.


Publicado por Daniel Sollero em 28/07/09 as 07:07:52 pm
Categorias: Comunicação, redes sociais | No Comments

Ideais ou ideias?


Por marcos

Ideais ou ideias? A resposta é ambas.
Mas atenção: ideais podem se tornar meras ideias se faltar planejamento e ação para realizá-los.

Toda marca tem um ideal, uma essência, uma causa, uma bandeira. Para algumas pessoas isso é óbvio, para outras algo intangível e distante. Para nós, o cotidiano.

Todo trabalho que fazemos para um cliente começa com o processo de aprofundamento na marca para que, a partir de seu ideal, seu núcleo, possamos criar ideias, planejar, produzir, e dialogar com pessoas.

Sim, eu disse pessoas. Acreditar que uma marca tem que falar apenas para consumidores é coisa do passado.
Tem muita gente que fala de certa marca, gera e forma opiniões, sem jamais tê-la consumido. Não é consumidor, mas uma pessoa que tem opinião sobre a marca.
Para nosso trabalho, dialogar com quem tem interesse pela marca, quem é contra ela, quem é indiferente e desinteressado, é também importante para aprender quais são seus ideais e o que percebem das marcas.

Buda dizia: “aprender é mudar”. Para nós, aprender é uma possibilidade para mudar crenças, as nossas principalmente, pois precisamos nos livrar de qualquer pré-conceito antes de poder pretender encontrar a causa de uma marca, seu ideal.

E você, se dá ao trabalho de seguir uma disciplina assim quando trabalha com os ideais de suas marcas?


Publicado por marcos em 12/07/09 as 11:07:26 pm
Categorias: Agência, Comunicação, Diálogo, iChimps | 3 Comments

Comunicação 2.0


Por marcos

Você tem 123 segundos para responder 5 perguntas e colaborar para nossos futuros posts?
As respostas são confidenciais e anônimas.

Agradecemos antecipadamente,
os Chimps

Pesquisa encerrada. Resultados em breve.


Publicado por marcos em 28/06/09 as 07:06:53 pm
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Todos estão surdos


Por Daniel Sollero

Todos estão surdos. É o título de uma música do Roberto Carlos e também tem um pouco de verdade. Por que tem muita gente falando e pouca gente ouvindo.
Se pararmos para pensar, essa revolução tecnológica que facilita a nossa conversa e tudo mais não tem sido tão bem aproveitada. Reclamamos que as empresas não nos ouvem, que elas não querem conversar e que a tecnologia permite que esse diálogo aconteça e tal. Mas e nós? Nós estamos conversando? Nós estamos ouvindo? Muitos realmente estão. Mas não todos.

Faça um teste: fique 3 dias sem acessar o Twitter. Você sentirá mais falta de twittar ou de ler os tweets dos outros?
Acredito que muitos sentirão mais falta de compartilhar as suas experiências.

Pense agora em grandes perfis do Twitter. Esses com milhares de seguidores e que seguem milhares de pessoas também. O Guy Kawasaki diz que segue todo mundo que o segue. Hoje ele segue mais de 124 mil pessoas. Você realmente acha que essas pessoas conversam com os seus seguidores? Imagine duas mil pessoas enviando mensagens para você por dia. Quantas você responderia?
O ponto é que falamos mal da postura das empresas mas na primeira chance que temos de replicar o modelo de broadcast (um para muitos) nós o fazemos.
Algumas pessoas vão falar: “Ah! mas empresas têm dinheiro e podem contratar pessoas e empresas para conversar com seus clientes”. Ok. Concordo.
Mas antes disso, a empresa tem a cultura de usar essas informações conseguidas em conversas? Não estou falando de Focus Groups. Mas, sim, de conversas. Aquilo que acontece quando uma pessoa fala, outra escuta e depois os papéis se invertem e, somando os pontos de vista, chega-se a um novo nível de conhecimento que é a soma das experiências.
O problema das empresas é o mesmo que o de alguns imigrantes digitais: é cultural.
Empresas têm audição seletiva. Só ouvem quando e o que lhes convém. E falam sempre que podem. Essa é a cultura delas. Outras empresas, mais abertas não têm problemas em ouvir, dialogar e tentar melhorar baseado nessas conversas.
Substitua a palavra “Empresas” por “Pessoas” no parágrafo anterior e vai ver que o Twitter, na verdade, aproxima as pessoas e as empresas no desejo de serem broadcasters.
Quando vamos começar a ouvir mais?


Publicado por Daniel Sollero em 16/06/09 as 01:06:22 pm
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O mantra das mídias sociais


Por Daniel Sollero

comunidade

Uma comunidade gira em torno de uma necessidade. Se a sua marca supre essa necessidade, ótimo. Você terá uma comunidade inteira perto da sua marca.
Isso não é de agora. Acontece desde sempre. Feudos, cidades, países se formaram em torno de uma necessidade comum, seja econômica, de segurança ou de idioma.
Muitas vezes são comunidades criadas apenas pela necessidade do ser humano de se relacionar.
E isso é que as marcas precisam entender. Elas são a parte dispensável da equação. Se a Apple começasse a oferecer produtos que não funcionam direito você acha que a comunidade que existe ao redor da marca continuaria? As pessoas, provavelmente não seriam fãs de uma marca que não supre a sua necessidade.
Isso acontece também em outras comunidades. Pense em uma lista de discussão. O que acontece quando ela começa a não ser legal? Começa a esvaziar e as pessoas migram para outra que atenda a sua necessidade. O que não faltam são exemplos sobre isso.

Então lembre-se do mantra das mídias sociais. Vai que as marcas começam a entender:
Uma comunidade gira em torno de uma necessidade. Uma comunidade gira em torno de uma necessidade. Uma comunidade gira em torno de uma necessidade. Uma comunidade gira em torno de uma necessidade…

Se isso é verdade, talvez explique o porque de algumas campanhas não conseguirem cativar as pessoas. Elas se colocam como o centro da comunidade e não como parte dela.

Agora é contar para todo mundo sobre o mantra das redes sociais e explicar para os clientes algo que li em um post do Bud Cadell quando perguntam o que ele faz:

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Publicado por Daniel Sollero em 29/05/09 as 06:05:26 pm
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iChimps na UniBan


Por Daniel Sollero

Fomos chamados para fazer uma apresentação sobre engajamento na semana de comunicação da UniBan e eu fui lá apresentar a iChimps, seu modo de pensar e agir além de alguns cases.

A apresentação foi bem divertida com uma platéia atenta e participativa. No final rolaram umas perguntas bem relevantes e interessantes.

Na real essa é uma versão editada daquela apresentação pois tirei uns cases antigos (que não eram da iChimps) que estavam lá mais para ilustrar alguns pontos.

Optei por fazer uma apresentação focada em uma das coisas que eu acho mais curiosas nas campanhas de hoje em dia: quando as pessoas se associam à marca, a comunicação para. É estranho mas isso acontece com frequência. Por que parar quando está ficando bom?

Algumas observações:

Reutilizei alguns slides de uma outra apresentação que fiz sobre “Blogs e redes sociais para pequenas empresas” que são ótimos para contextualizar.

Usei frases do Mike Arauz e do Hugh McLeod.

E para os designers a fonte usada é Alte Haas Grotesk.

E um agradecimento especial à Heleni Passos, diretora de planejamento da Rapp, pelo convite e pela oportunidade.


Publicado por Daniel Sollero em 18/05/09 as 06:05:24 pm
Categorias: Agência, Diálogo, Engagement Marketing, Relacionamento, iChimps | 3 Comments

Amigos da marca ou Amigos dos amigos?


Por Daniel Sollero

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Eu gosto muito do blog do Mike Arauz. Ele, em uma frase (que ilustra esse post), acabou com essa história de que as pessoas se envolvem com as marcas porque amam as marcas.

“Se eu falar da sua marca para os amigos no facebook é porque eu gosto dos meus amigos e não da sua marca”

E é verdade. Independente do nome se é Social Currency (de acordo com o Rushkoff) ou Whuffie (de acordo com Cory Doctorow e explicado pelo Cris Dias e Miguel Cavalcanti) o que acontece é que se o seu produto é bom e ele vai servir como moeda/status entre os meus amigos eu vou falar dela. Principalmente para que os meus amigos ao usarem a marca e lembrarem de mim vão me posicionar  melhor em um ranking social em relação a aquele tema. Ou seja, ao ser solícito e estar disponível para as pessoas, você será mais lembrado quando algo relacionado a aquele tema voltar a tona.

Isso, basicamente, se aplica ao contato entre pessoas mas pode ser expandido para o mundo das marcas. Claro que, no caso, teremos as pessoas que gerenciam a marca/produto e as pessoas que consomem a marca/produto.

Mas e se você mantivesse contato real e frequente com essas pessoas, será que elas não poderiam começar a gostar da sua marca porque você as trata como pessoas e não como ovelhas?


Publicado por Daniel Sollero em 14/05/09 as 10:05:44 am
Categorias: Diálogo, Relacionamento, Social currency/Whuffie | 7 Comments