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	<title>iChimps &#187; Engagement Marketing</title>
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	<description>Engagement Marketing</description>
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		<title>Tendências da Comunicação Digital 2.0</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 02:36:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agência]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Engagement Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Social currency/Whuffie]]></category>
		<category><![CDATA[iChimps]]></category>

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		<description><![CDATA[Quero deixar aqui meu agradecimento pelo convite que o Marcelo Coutinho me fez para a apresentação sobre as tendências da comunicação 2.0. No dia 17 de setembro, assisti e gravei em audio com meu celular a apresentação dele no auditório do Ibope em São Paulo. A apresentação foi bem legal, ele apresentou dados, fatos e os cases [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quero deixar aqui meu agradecimento pelo convite que o Marcelo Coutinho me fez para a apresentação sobre as tendências da comunicação 2.0. No dia 17 de setembro, assisti e gravei em audio com meu celular a apresentação dele no auditório do Ibope em São Paulo.</p>
<p>A apresentação foi bem legal, ele apresentou dados, fatos e os cases do Batman, do Obama e Nike+.<br />
Foi interessante notar que os presentes, que me pareceram na maioria profissionais de agências de comunicação corporativa, se surpreenderam, pois não conheciam os cases.<br />
Fico claro que as marcas terão de conversar e dialogar na web com seus públicos, pois não há como controlar a comunicação em tantos meios e emissores.<br />
Eu espero que para a próxima vez ele também apresente o case de Max Payne da iChimps, para não ficar apenas nas referências internacionais de sucesso.</p>
<p>A duração do encontro foi de aproximadamente uma hora incluindo as perguntas e respostas. Dividi em seis partes para que todos possam ouvir quando der uma oportunidade na agenda.</p>
<p>Parte 1<br />
<a href="http://www.ichimps.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/1_Marcelo_Coutinho_ComunicDigital2.0.mp3">Comunicação Digital 2.0 1/6</a><a href="http://www.ichimps.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/1_Marcelo_Coutinho_ComunicDigital2.01.mp3"></a></p>
<p>Parte 2<br />
<a href="http://www.ichimps.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/2_Marcelo_Coutinho_ComunicDigital2.0.mp3">Comunicação Digital2.0 2/6</a></p>
<p>Parte 3<br />
<a href="http://www.ichimps.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/3_Marcelo_Coutinho_ComunicDigital2.0.mp3">Comunicação Digital2.0 3/6</a><a href="http://www.ichimps.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/3_Marcelo_Coutinho_ComunicDigital2.0.mp3"></a></p>
<p>Parte 4<br />
<a href="http://www.ichimps.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/4_Marcelo_Coutinho_ComunicDigital2.0.mp3">Comunicação Digital2.0 4/6</a></p>
<p>Parte 5<br />
<a href="http://www.ichimps.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/5_Marcelo_Coutinho_ComunicDigital2.0.mp3">Comunicação Digital2.0 5/6</a><a href="http://www.ichimps.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/5_Marcelo_Coutinho_ComunicDigital2.0.mp3"></a></p>
<p>Parte 6<br />
<a href="http://www.ichimps.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/6_Marcelo_Coutinho_ComunicDigital2.0.mp3">Comunicação Digital2.0 6/6</a></p>
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		<title>O dilema do RSS</title>
		<link>http://www.ichimps.com.br/blog/2009/08/o-dilema-rss/</link>
		<comments>http://www.ichimps.com.br/blog/2009/08/o-dilema-rss/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 15:49:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Engagement Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Deixar o feed completo ou não? Esse é o dilema do RSS e acontece com os principais blogueiros quando começam a ter muitas visitas e notam que ganham um troco com anúncios sejam eles links patrocinados, banners ou o que seja. A fórmula(?) é mais ou menos essa: RSS incompleto = mais visitas, mais eyeballs [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deixar o feed completo ou não? Esse é o dilema do RSS e acontece com os principais blogueiros quando começam a ter muitas visitas e notam que ganham um troco com anúncios sejam eles links patrocinados, banners ou o que seja.</p>
<p>A fórmula(?) é mais ou menos essa:</p>
<ul>
<li> RSS incompleto = mais visitas, mais eyeballs para anuncios e geeks irritados</li>
<li> RSS completo = menos visitas, menos eyeballs e geeks fieis</li>
</ul>
<p>No RSS completo você ganha um street cred, uma credibilidade dos seus pares blogueiros e faz pensar que você é um cara que tem senso de comunidade e tal. Já no RSS incompleto, você pode começar a ser criticado pelos seus pares que gostariam de receber suas atualizações no conforto do seu RSS Reader e não ter que entrar no seu site e lidar com todos aqueles widgets que apenas você acha interessante.</p>
<p>O blogueiro que coloca o RSS incompleto geralmente, pensa nele como uma manchete para atrair para a leitura. Uma capa da revista, uma orelha de livro e por aí vai. Claro, mais gente frequentando o seu blog é mais fácil vender mídia para as agências de Mídias Sociais que tentam misturar critérios old school com os novos ao vender a importância dos blogs para seus clientes.</p>
<p>Mas o que isso tem a ver com engajamento? Muita coisa. Até agora muita gente só considera que o RSS incompleto é para gerar mais visitas no blog e mais grana por anúncios.  Mas, numa conversa com o <a href="http://twitter.com/andersoncosta" target="_blank">Anderson</a>, notamos que a quantidade de comentários cai também. Blogs não são conversas? O discurso não é esse? Então porque limitamos as possibilidades das pessoas comentarem? É um questionamento válido. Como podemos potencializar os comentários?<span id="more-270"></span></p>
<p>Agora vai a minha ignorância: há alguma maneira de comentar no blog via RSS? E via email? Eu honestamente não sei e, na real, nem procurei. Me encantei com as possibilidades que algo assim permitiria (ou permite). Imaginem um RSS em que no final do post aparece um “comente” vinculado a um mailto. Interessante. Um RSS completo que envolvesse já os comentários.<br />
O WordPress.com aparentemente permite que o dono do blog comente por email ao responder um comentário. Mas o que falo aqui é para o leitor comum de RSS poder comentar por email.<br />
Claro que há um lado negativo. Trolls. Sempre eles. Mas acredito que há a possibilidade de filtrar da mesma forma. O que um volume grande de emails fariam com os servidores, bancos de dados e etc? Também não sei a resposta.</p>
<p>Hoje um leitor de um blog com RSS completo, tem que querer muito participar dessa discussão e dialogar. E aí acaba sendo mais fácil não comentar.</p>
<p>Se blogs são feitos para possibilitar o diálogo e RSS para facilitar a leitura de tantos blogs que acompanhamos, o que existe para facilitar o comentário e manter a conversa fluindo?</p>
<p>E tem gente mais radical que simplesmente afirma: <a href="http://www.techcrunchit.com/2009/05/05/rest-in-peace-rss/" target="_blank">Rest In Peace, RSS</a>.</p>
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		<title>iChimps na UniBan</title>
		<link>http://www.ichimps.com.br/blog/2009/05/ichimps-na-uniban/</link>
		<comments>http://www.ichimps.com.br/blog/2009/05/ichimps-na-uniban/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 May 2009 21:53:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agência]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogo]]></category>
		<category><![CDATA[Engagement Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[iChimps]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja mais apresentações de Daniel Sollero. Fomos chamados para fazer uma apresentação sobre engajamento na semana de comunicação da UniBan e eu fui lá apresentar a iChimps, seu modo de pensar e agir além de alguns cases. A apresentação foi bem divertida com uma platéia atenta e participativa. No final rolaram umas perguntas bem relevantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="__ss_1454613" style="width: 425px; text-align: left;"><object width="425" height="355" data="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=apunibanedit-090518153910-phpapp01&amp;stripped_title=por-que-parar-quando-est-ficando-bom" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=apunibanedit-090518153910-phpapp01&amp;stripped_title=por-que-parar-quando-est-ficando-bom" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<div style="font-size: 11px; font-family: tahoma,arial; height: 26px; padding-top: 2px;">Veja mais <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">apresentações</a> de <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/dsollero">Daniel Sollero</a>.</div>
</div>
<p>Fomos chamados para fazer uma apresentação sobre engajamento na semana de comunicação da UniBan e eu fui lá apresentar a iChimps, seu modo de pensar e agir além de alguns cases.</p>
<p>A apresentação foi bem divertida com uma platéia atenta e participativa. No final rolaram umas perguntas bem relevantes e interessantes.</p>
<p>Na real essa é uma versão editada daquela apresentação pois tirei uns cases antigos (que não eram da iChimps) que estavam lá mais para ilustrar alguns pontos.</p>
<p>Optei por fazer uma apresentação focada em uma das coisas que eu acho mais curiosas nas campanhas de hoje em dia: quando as pessoas se associam à marca, a comunicação para. É estranho mas isso acontece com frequência. Por que parar quando está ficando bom?</p>
<p>Algumas observações:</p>
<p>Reutilizei alguns slides de uma outra apresentação que fiz sobre “<a href="http://www.slideshare.net/dsollero/blogs-e-redes-sociais-presentation" target="_blank">Blogs e redes sociais para pequenas empresas</a>” que são ótimos para contextualizar.</p>
<p>Usei frases do <a href="http://www.mikearauz.com" target="_self">Mike Arauz</a> e do <a href="http://www.gapingvoid.com" target="_blank">Hugh McLeod</a>.</p>
<p>E para os designers a fonte usada é Alte Haas Grotesk.</p>
<p>E um agradecimento especial à Heleni Passos, diretora de planejamento da <a href="http://www.rappbrasil.com.br/" target="_blank">Rapp</a>, pelo convite e pela oportunidade.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Transformando ovelhas em pessoas</title>
		<link>http://www.ichimps.com.br/blog/2009/05/transformando-ovelhas-em-pessoas/</link>
		<comments>http://www.ichimps.com.br/blog/2009/05/transformando-ovelhas-em-pessoas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 May 2009 17:42:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diálogo]]></category>
		<category><![CDATA[Engagement Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[O Timothy Leary tem uma frase que eu gosto muito e que uso frequentemente que é: “Pense por você mesmo. Questione a autoridade” Pode ser o governo? Pode. Mas também pode ser os seus hábitos de consumo e relação com as marcas. Sempre fomos tratados como ovelhas. Somos levados para cima e para baixo, consumimos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="http://www.flickr.com/photos/jule_berlin/839245545/"><img src="http://farm2.static.flickr.com/1423/839245545_d89144d012.jpg" alt="Foto de Jule Berlin" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">Foto de Jule Berlin</p></div>
<p>O Timothy Leary tem uma frase que eu gosto muito e que uso frequentemente que é:</p>
<p>“Pense por você mesmo. Questione a autoridade”</p>
<p>Pode ser o governo? Pode. Mas também pode ser os seus hábitos de consumo e relação com as marcas.<br />
Sempre fomos tratados como ovelhas. Somos levados para cima e para baixo, consumimos o que nos mandam. Dizem que o consumidor é soberano mas nunca deram voz para ele. Sério. Dinheiro não é voz. Escolher entre duas marcas de refrigerantes Cola é opção? Ou a opção seria perguntar o que você quer beber e esperar a sua resposta?<br />
Ah! claro. Ao não comprar você está afirmando que prefere a outra marca. Que o produto da concorrência é ruim, certo? Muitas vezes sim. Outras não. A preguiça e o medo de mudar são os maiores aliados do Status Quo.</p>
<p>“Pense por você mesmo. Questione a autoridade”</p>
<p>Como podemos mudar isso? Deixando as pessoas falarem. Tratando-as com respeito e tentando aproximar as pessoas da marca das pessoas que a consomem. E esse respeito dá um poder real às pessoas. E, claro, às marcas. Com um custo menor, com filtros menores você consegue ouvir diretamente do seu consumidor o que ele pensa do seu cliente, da sua distribuição e da sua relação com ele.</p>
<p>Fala que eu te escuto? Sim. Mas eu respondo também. É hora dialogar e não de fingir que não ouve ou responder “lorem ipsum&#8230;.” pela imprensa.<br />
O <a href="http://www,gapingvoid.com" target="_blank">Hugh McLeod</a> tem outra frase ótima.</p>
<p>“Se você falasse com as pessoas do jeito que a publicidade fala com as pessoas, elas te dariam um soco na cara”</p>
<p>Para conversar os dois devem se ouvir. Você fala, eu escuto. Eu falo, você escuta. Parece fácil, né?</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Por que parar quando está ficando bom?</title>
		<link>http://www.ichimps.com.br/blog/2009/05/porque-parar-quando-esta-ficando-bom/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2009 20:39:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Sollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diálogo]]></category>
		<category><![CDATA[Engagement Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[O mercado é difícil. É complicado convencer clientes de que é legal abrir a marca para um relacionamento com as pessoas que a consomem. Sempre esbarramos em algum índice Old School que acaba fazendo com que a ação acabe se tornando um frankenstein de broadcast e socialcast. Raras as vezes são as de diálogo real. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignnone" style="width: 460px"><a href="http://www.flickr.com/photos/rudiriet/3344881392/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3363/3344881392_250068bc15.jpg" alt="" width="450" height="439" /></a><p class="wp-caption-text">Foto de randomduck</p></div>
<p>O mercado é difícil. É complicado convencer clientes de que é legal abrir a marca para um relacionamento com as pessoas que a consomem. Sempre esbarramos em algum índice Old School que acaba fazendo com que a ação acabe se tornando um frankenstein de broadcast e socialcast. Raras as vezes são as de diálogo real. É o eterno medo da perda de controle. E se falarem mal? Acontece com todo mundo e inclusive com a sua marca. Você tem uma opção ou vira de costas e finge que não sabe que estão falando de você ou entra na conversa e responde diretamente a essas pessoas. A Domino’s recentemente teve que falar com seu público no Twitter justamente para tentar evitar que o dano de um vídeo de funcionários sabotando os produtos que seriam servidos para as pessoas que iriam consumi-los fosse maior. Foi grande. Muito grande na verdade mas eles tiveram que se abrir para o diálogo da pior maneira. Numa crise. Mas se você já se relacionasse com seu público frequentemente, de forma aberta, seja por um blog, um fórum, Get Satisfaction ou Twitter, talvez os danos fossem menores. As pessoas já iriam procurar por você para saber a sua opinião.</p>
<p>E aí chegamos no ponto que eu queria chegar. Se temos que nos aproximar das pessoas que consomem nossas marcas e produtos, se elas já nos conhecem profundamente por que não falamos com elas direito? Digo, como pessoas e não como ovelhas. Sério. Estamos há 50 anos sendo tratados como ovelhas: “compre isso”, “compre aquilo”, e por aí vai. E o engraçado é que hoje eu vejo várias empresas trabalhando em redes sociais com essa mesma mentalidade. “Compre meu produto por que eu disse que é legal”</p>
<p>E aí vemos campanhas inteiras baseadas em Conteúdo Gerado pelo Consumidor (CGC) e que após acabar a verba daquele lançamento, as marcas viram as marcas para as pessoas que demonstraram interesse legítimo na sua marca. Porque parar quando está ficando bom?<br />
Imagine continuar falando com esse público depois da campanha. E faça um paralelo rápido. Lembre de um amigo que você liga sempre para chamar para sair e ele nunca vai. Uma hora você para de chamar, certo? É exatamente como as empresas nos tratam e nós continuamos a seguí-las e obedecê-las. Faz algum sentido para você?</p>
<p>Então eu pergunto de novo. Por que parar quando está ficando bom? Você fez a campanha CGC, as pessoas participaram e você depois esquece delas e espera a próxima campanha. Será que os picos e vales da sua comunicação não seriam tão distantes se o diálogo continuasse? Eu acredito que não.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Seja óbvio!</title>
		<link>http://www.ichimps.com.br/blog/2009/05/seja-obvio/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 May 2009 02:36:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação Integral]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogo]]></category>
		<category><![CDATA[Engagement Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando eu era pequeno, eu adorava assistir ao seriado A feiticeira. O marido da Samantha chamava-se James Stephen e era um publicitário. Me lembro de uma frase dele que até hoje é uma máxima para mim: &#8220;we must emphasize the obvious&#8221; (nós devemos enfatizar o óbvio). Me lembro de algumas campanhas que o James criou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando eu era pequeno, eu adorava assistir ao seriado A feiticeira.<br />
O marido da Samantha chamava-se James Stephen e era um publicitário.</p>
<p>Me lembro de uma frase dele que até hoje é uma máxima para mim:<br />
&#8220;<em>we must emphasize the obvious</em>&#8221; (nós devemos enfatizar o óbvio).</p>
<p>Me lembro de algumas campanhas que o James criou para seus clientes que tinham <em>commodities</em>:<br />
- para um ziper, ele apresentou o conceito &#8220;<em>up &amp; down</em>&#8221;<br />
- para uma sopa, &#8220;<em>tchup &amp; yummi</em>&#8221;<br />
- para um refrigerante, &#8220;<em>ahhhh</em>&#8221;</p>
<p>Segundo James, o benefício do produto deve ser enfatizado e parecer óbvio na comunicação. Um ziper bom, tem de subir e descer, uma sopa gostosa a gente deve fazer barulho ao tomá-la, um refri que refresca deve dar a sensação de satisfação.</p>
<p>Enfim, revivi o James aqui no blog por uma simples razão: quando buscamos uma causa para uma marca, devemos deixar de lado elocubrações criativas e ficar com o simples e óbvio. Ao ser óbvio, fica mais claro para as pessoas engajarem-se às marcas e passarem adiante aquilo que se identificaram.</p>
<p>Banco 30 horas. Sabe qual é? Um bom exemplo de algo óbvio: 24 horas pela web e 6 presencial.<br />
Redeshop, Credicard, e tantos outros exemplos do bom uso do óbvio.</p>
<p>Faça um exercício simples: pense em três marcas que você gosta. Pensou?<br />
Agora, pergunte-se qual é a causa de cada uma delas?</p>
<p>Você tem clareza delas? Se sim, nós e o publicitário James ficaremos felizes.<br />
Se não, converse com um profissional que sabe a importância de ser óbvio para colaborar com o crescimento da sua marca.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>É Fantástico?</title>
		<link>http://www.ichimps.com.br/blog/2009/04/e-fantastico/</link>
		<comments>http://www.ichimps.com.br/blog/2009/04/e-fantastico/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2009 19:13:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agência]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogo]]></category>
		<category><![CDATA[Engagement Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[iChimps]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Acredito que uma das coisas mais difíceis em comunicação é rejuvenescer uma marca tradicional, quando a mudança se limita apenas à forma, não na essência e causa. O melhor exemplo disto é o esforço que a Globo tenta fazer com o programa Fantástico. Muda-se o logotipo, a vinheta de abertura, alguns apresentadores, etc. mas lá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acredito que uma das coisas mais difíceis em comunicação é rejuvenescer uma marca tradicional, quando a mudança se limita apenas à forma, não na essência e causa.</p>
<p>O melhor exemplo disto é o esforço que a Globo tenta fazer com o programa Fantástico. Muda-se o logotipo, a vinheta de abertura, alguns apresentadores, etc. mas lá no fundo, o programa continua com a mesma essência, representada pela fantasmagórica voz do Cid Moreira.</p>
<p>Neste último fim de semana o Fantástico mostrou uma matéria sobre redes sociais. A idéia era boa, uma boa oportunidade para mostrar uma de mudança de essência e abertura de diálogo para agregar um novo público. Mas não, foi apenas uma intenção, uma matéria. O velho Fantástico vestiu apenas uma roupa jovem e continuou com a velha essência: falar, sem ouvir, nem dialogar. Meu pai que é mais offline do que radinho de estádio sem pilha, achou interessante e &#8220;fantástico&#8221; esta tal de rede social na internet.</p>
<p>Será que já não é hora da Globo arriscar, inovar e dar seus microfones para um jovem reporter, plugado, para mostrar sob o ponto de vista dele o que é este universo das  redes sociais, usando a TV como tela do &#8221;bate papo&#8221; online?</p>
<p>Mas advinha quem fez a matéria? Sim, ele, o velho bom moço, Zeca Camargo, num bar com uma moçada que twitava enquanto ele pensava que era um jovem igual aos demais, sem entender o que realmente estava acontecendo enquanto ele falava e falava. No fim da reportagem, o apresentador (não o dialogador) deu um link para as pessoas seguirem o Fantástico no Twitter.</p>
<p>Mas advinha o que está lá? Não preciso nem dizer, né? Sim, uma ausência de diálogo e pouca abertura para mudanças no programa.</p>
<p>Valeu Fantástico! Vocês deram um bom exemplo de como o broadcast tradicional ainda está longe de compreender o que são as premissas do novo socialcast. Um dia, a Globo saberá dialogar, pois terá em seus quadros uma nova geração de profissionais do jornalismo, que nascerão e crescerão nestas novas mídias, sem os interesses de controle da velha senhora atual.<img class="alignright size-full wp-image-180" title="ichimps_nossacausa2" src="http://www.ichimps.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/04/ichimps_nossacausa2.gif" alt="ichimps_nossacausa2" /></p>
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		<title>Futebol e Patrocínio</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 16:55:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Vial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Engagement Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Este último final de semana foi cheio de jogos importantes pelos campeonatos estaduais. E no Domingo, enquanto eu assistia ao jogo Corinthians X São Paulo, uma coisa me chamou a atenção: Do lado do Corinthians, quase 30 mil torcedores empurravam um time que no ano passado estava no fundo do poço, na segunda divisão do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-161" title="sao-paulo-x-corinthians" src="http://www.ichimps.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/04/sao-paulo-x-corinthians-150x150.jpg" alt="sao-paulo-x-corinthians" /></p>
<p>Este último final de semana foi cheio de jogos importantes pelos campeonatos estaduais. E no Domingo, enquanto eu assistia ao jogo Corinthians X São Paulo, uma coisa me chamou a atenção:</p>
<p>Do lado do Corinthians, quase 30 mil torcedores empurravam um time que no ano passado estava no fundo do poço, na segunda divisão do campeonato brasileiro.</p>
<p>Do lado do São Paulo talvez uns 3 mil fanáticos torcedores, de natureza não menos barulhenta e empolgada, incentivavam o seu clube a superar um rival jogando “em casa”.</p>
<p>Fora do estádio, uma tsunami de torcedores das duas equipes faziam a maior bagunça nas ruas e varandas da cidade. E ainda tinha uma pá de gente torcendo e narrando pelo Twitter.</p>
<p>Alguém tem dúvida que todos estes torcedores são apaixonados pelos seus clubes?</p>
<p>Pois é, isso me fez pensar: olhando para as torcidas do estádio, qual delas era a mais <strong>engajada</strong> com o clube, a do São Paulina que encarou a cota de ingressos ou a massa Corinthiana? E se eu considerasse a parte que não estava lá porque não conseguiu entrar no estádio ou  simplesmente não quis comparecer presencialmente? Destes vários grupos, qual era o mais importante?</p>
<p>Do ponto de vista do <strong>marketing de engajamento</strong>, eu vejo uma oportunidade enorme que os clubes de futebol tem para se relacionar com seus torcedores.  Mas só fazem campanha para sócio-torcedor&#8230;</p>
<p>E os patrocinadores? O que eles fazem para se relacionar com os torcedores? Sorteio de ingressos? Pô, peraí né!? Isso não gera <strong>engajamento</strong>. Isso é promoção. Não tem <strong>troca</strong>, <strong>diálogo</strong>, <strong>aprendizagem</strong>. Nada. É pá-pum.</p>
<p>Estes patrocinadores se satisfazem com a estampa nos uniformes. Não é pouco, não?</p>
<p>Alguns dizem que não fazem mais porque “está bom assim”. Outros ainda falam nas internas: “torcedor é um problema, briga muito”. Caramba, se acham um problema, não patrocinem um time de futebol. Escolham um time de vôlei (feminino! porque já tem briga no masculino de vez em quando), um mesa-tenista, uma triatleta etc.  Assim o “risco” de ter problemas diminui.</p>
<p>A LG, por exemplo, patrocina o São Paulo há quase 8 anos (é uma das parcerias mais duradouras do futebol brasileiro, se não for a maior, agora que o Flamengo rompeu com a BR). E sabe o que ela declara fazer além de colocar a marca nos uniformes? Eu retirei a resposta do site da LG: “a LG está presente em toda comunicação visual do Estádio do Morumbi”.  Bacana&#8230; mas e aí?</p>
<p>Eu acho pouco. Mais interessante do que estar no peito do torcedor (Ok, um bom time vende muitas camisas), seria aproveitar esta oportunidade para tentar ficar do lado de dentro do peito dos torcedores, apresentando consistentemente a <strong>causa</strong> e os <strong>valores</strong> da <strong>marca patrocinadora </strong>para os torcedores. Assim, se um dia ela deixar de patrocinar o time, o relacionamento entre ela e os torcedores (na minha opinião, um <strong>ótimo ativo a ser preservado</strong>) terá mais chances de perdurar, já que não dependerá mais do clube, mas do <strong>diálogo</strong> entre as partes interessadas.</p>
<p>Charge: Arthur Fujji</p>
<p>Abs<br />
Marcelo</p>
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		<title>Dialogue!</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 03:21:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agência]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação Integral]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogo]]></category>
		<category><![CDATA[Engagement Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[iChimps]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[O diálogo é o mais velho e saudável hábito humano esquecido pela publicidade. A iChimps está aqui para lembrar aos clientes que a publicidade precisa ir além da simples participação e interação nos meios. É preciso resgatar o poder do diálogo para formar uma melhor plataforma de engajamento e relacionamentos com a marca. Dialogar com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-144" title="ichimps_dialogo_esquecido1" src="http://www.ichimps.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/04/ichimps_dialogo_esquecido1.jpg" alt="ichimps_dialogo_esquecido1" /></p>
<p>O diálogo é o mais velho e saudável hábito humano esquecido pela publicidade.</p>
<p>A iChimps está aqui para lembrar aos clientes que a publicidade precisa ir além da simples participação e interação nos meios.</p>
<p>É preciso resgatar o poder do diálogo para formar uma melhor plataforma de engajamento e relacionamentos com a marca.</p>
<p>Dialogar com a diversidade humana e gerar relacionamentos é o nosso desafio. Assim podemos colaborar com agências e clientes dispostos a sair do lugar comum da publicidade hermética que só fala, mas teima em não ouvir, ignorando o poder da cooperação, colaboração e cocriação de pessoas que consomem marcas.</p>
<p>Se você já sente que sua marca está preparada para aprender a dialogar, inicie um diálogo agora: ligue para nós ou envie um e-mail.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Crise em redes sociais?</title>
		<link>http://www.ichimps.com.br/blog/2009/03/crise/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 21:02:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agência]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação Integral]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogo]]></category>
		<category><![CDATA[Engagement Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[iChimps]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[sobre crise e oportunidades]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hey Chimp,</p>
<p>Tem coisa mais chata do que está imprensa que só fala de crise, com tantas coisas boas acontecendo diariamente no planeta?</p>
<p>Acho difícil, mas até o último dos otimistas deve tomar cuidado para evitar os pensamentos negativos com tanto bombardeio de más notícias. A imprensa parece time de futebol de criança, onde um vai, todos vão, sem estratégia, tática e visão dos objetivos.</p>
<p>Se a boa e velha mídia se perde nos factoides criados habilmente pelo governo, pelos problems externos, pela ausência de reflexão sobre a situação sistemica vivida pela Terra, as mídias sociais prosperam com boas notícias entre amigos e grupos de empatia.</p>
<p>Amigo que chega na rede pessimista é logo posto de lado, como em qualquer festa onde os chatos são evitados. Desta forma, fica evidente o sentido colaborativo das mídias sociais, onde a regra social básica é compartilhar as coisas boas, pois as ruins já fazem parte de uma realidade estática e permanente gerada pela mídia tradicional.</p>
<p>Quer queira ou possa, mais e mais pessoas encontram nas redes sociais um porto seguro entre amigos para descansar da ostensiva vigília de problemas e crises fora do <em>logon</em>.</p>
<p>Hey Chimp! Reduza a crise ao que ela realmente é: um problema de poucos e uma oportunidade de muitos.</p>
<p>Acertar é humano! Comunicação integral é iChimps.</p>
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